Tema: Literatura Infanto-Juvenil (Livro 2)
Mes: Janeiro
Um pouco sobre o mim
Eu sou a: Lia
Moro em: Portage - Michigan (EUA)
Na net, você me encontra: Quero Morar em uma Livraria
Neste mês, eu li:
Titulo: Mary Poppins (Livro 2)
Autora do livro: P. L. Travers
Editora: Houghton Mifflin Harcourt (Serie Odyssey Classics)
Nº de páginas: 210
Quando vi a capa do livro, o que me chamou mais atencao foi: Mary Poppins na cena classica e acho que mais conhecida: voando com seu guarda chuva e segurando a valise.
O livro eh sobre:
A história se passa em Londres e conta a historia dos Banks, uma familia londrina com dificuldades de relacionamento: o pai, o senhor Banks, eh um sujeito enfadonho e dedica mais tempo ao seu oficio de banqueiro do que as suas criancas. Os filhos, por sua vez, sao excessivamente teimosos e temperamentais. Felizmente para todos, os ventos do leste sopram e Mary Poppins chega para por ordem na bagunça;com seu jeitinho super especial e toque magico devolveu ao senhor Banks a sua humanidade e recuperou o amor que faltava às crianças.
Mary Poppins é o primeiro de uma série de livros infanto-juvenis escritos pela escritora australiana Pamela Lydon Traves (ou P. L. Travers), publicado originalmente em1934.
Eu escolhi esse livro porque: sempre tive curiosidade de ler esse livro, porque lembro que adorava o filme quando era crianca.
A leitura foi: gostosa, ate mais ou menos a metade do livro, depois foi meio dificil continuar. Acho que nao simpatizei muito com a Mary Poppins do livro; ela eh bem mais ranzinza do que a do filme..rs..Como li em um artigo, a Mary do livro eh azeda e caustica, rude, franca e vaidosa, mais como P. L. Travers do que como Julie Andrews (atriz que interpretou Mary no filme).
A personagem que eu gostaria mais de ter conhecido eh: a propria Mary Poppins, eh claro...quem nao gostaria de ter uma baba magica como ela, que desliza para cima no corrimao da escada, conversa com animais, carrega toda sua bagagem dentro de um tapete magico, e leva a tristeza embora apenas dizendo " Spit-Spot".
A nota que eu dou para o livro: 3
( 1- Não gostei 2- Gostei pouco; 3- Gostei; 4- Gostei bastante; 5- Adorei)
Sinceramente...esperava mais desse livro. Fiquei com altas expectativas por causa do filme e acabei achando o livro bem fraco, as vezes ate um pouco chato. Nao vi tantas mudancas na familia provocadas pela presenca da baba, como eh descrito em varias sinopses que encontrei, inclusive na que coloquei aqui. Eh um classico infantil, vale a pena ler, mas nao me cativou.
Acho que pode ate fazer uma comparacao entre esse livro e Alice nos Pais das Maravilhas, mas so em relacao ao "nonsense", coisas muito sem sentido que ocorrem no decorrer da historia. Por exemplo, quando as criancas vao ao Zoologico, mas nas jaulas, ao inves de animais, estao seres humanos.
Sobre a autora:
Pamela Lyndon Travers - nascida Helen Lyndon Goff (Maryborough - Australia, 9 de agosto de 1899 - Londres, 23 de abril de 1996) foi uma atriz, jornalista e escritora australiana, mais conhecida por ser autora dos livros com a babá Mary Poppins.
Estatua de Mary Poppins em Ashfield Park na cidade de Maryborough, Queensland, onde a escritora nasceu.
Outros livros da serie Mary Poppins:
Mary Poppins Comes Back;
Mary Poppins Opens the Door;
Mary Poppins in the Park.
Curiosidades
Em 1964, depois de 26 anos em planejamento, a maior parte do tempo para convencer a Sra. Travers a vender os direitos para os estúdios Disney, estreou o filme Mary Poppins. A Sra. Travers só concordou em vender os direitos autorais do livro no final da década de 1950, quando os livros de Mary Poppins vendiam bem menos. A história do filme, é diferente das histórias do livro, tendo talvez somente uma cena ou outra igual, porém todas modificadas e adaptadas para a personagem de Mary Poppins não parecer tão fria quanto no livro. O destaque do personagem Bert (que pouco aparece nos livros da Mary Poppins), faz as vezes de outros personagens do livro que foram cortados no filme.
No filme também foram cortados John e Barbara, os bebês gêmeos da família Banks. Vale notar também, que Pamela Travers não queria mostrar romance algum entre Mary e Bert no filme, mesmo tendo mostrado uma certa paquera entre os dois em seus livros. Apesar disso, o número musical do filme "Jolly Holiday" (Um dia Tão Feliz), em que Bert canta para Mary, foi uma decepção para a autora, pois deixava bem claro que eles tinham um affair.
Fonte da Pesquisa: Wikipedia
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